quinta-feira, 29 de março de 2012


Para refletir...
Quando Enxergamos Melhor? De Dia Ou De Noite?

"Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor" (Romanos 8:38, 39).

"Você pode pensar que enxerga mais longe durante o dia, mas, isso não é verdade. À meia-noite você vê as estrelas. Você enxergaria muito pouco se tivesse que viver sempre à luz do dia."

Quantas coisas maravilhosas compreendemos, exatamente nos momentos de lutas e aflições. Quantos dilemas nos conduzem aos braços de nosso Senhor e Salvador, e quantas experiências maravilhosas vêm nos edificar e alegrar o coração.

Quando o mundo ao nosso redor parece estar em plena escuridão e quando não enxergamos sequer uma pequena luz no fim do túnel, sentimos as mãos carinhosas de nosso Jesus e toda a tribulação desaparece. Descansamos em Seus braços e a paz verdadeira volta a reinar em nossas almas.

Quando confiamos no Senhor, seja qual for o ambiente em que estejamos, mantemos a calma e a esperança. Mesmo que todas as circunstâncias mostrem o contrário, nós não duvidaremos.
Ele é o nosso amigo, nosso companheiro. Ele sempre estará ao nosso lado e sempre poderemos contar com sua intervenção.

Nada poderá nos afastar do Senhor! Nada poderá impedir que o contemplemos! Durante o dia meus olhos estão fixos nEle. Durante a noite eu O vejo também. Nas horas de gozo e tranquilidade eu confio nEle. Durante os momentos de lutas e angústia, eu continuo confiando. Ele é meu Senhor, independente da situação em que eu esteja envolvido.

Você vê melhor o Senhor nos bons ou nos maus momentos? Ou em ambos?


by http://ministerio-pararefletir.blogspot.com


 
A alegria de fazer o bem é a única felicidade verdadeira.
                                                              Leon Tolstoi

quarta-feira, 28 de março de 2012


DICAS DE SAÚDE


Click na imagem abaixo para download


O cristão e as armadilhas do mundo moderno 

A revolução tecnológica inegavelmente trouxe facilidades, encurtou distâncias, e dissemina cultura e informação a pessoas e lugares antes considerados inacessíveis. No entanto, os efeitos benéficos da indústria midiática encontram seus limites numa expressão que parece estar em extinção: a capacidade crítica.
Ao sermos bombardeados por uma avalanche de filmes, programações e todos os tipos de entretenimento, começamos a perder nossa visão espiritual das coisas, bloqueando nossa capacidade de discernimento, como se negociar princípios fosse a senha para desbravarmos este novo mundo.
De fato, passou a ser mais conveniente receber informações mastigadas do que ir atrás de boas fontes para, então, formar nossas próprias ideias. Paradoxalmente, enquanto vemos possibilidades ilimitadas de obter conhecimento sobre qualquer assunto (o Google que o diga), ficamos mais distantes de alcançar a verdadeira sabedoria, o que nos torna seres humanos vazios e superficiais, afetando nossas escolhas em todos os aspectos da vida, desde o filme a que assistimos até o lugar que frequentamos.
O resultado disso é perceptível nas músicas mais ouvidas, com letras frívolas e alto teor de sensualismo, que exigem pouco ou nenhum grau de reflexão, daí porque “colam” em muitas mentes.
A indústria midiática nos levou a colocar em primeiro plano a forma em detrimento do conteúdo, à medida que fomos condicionados a estar sedentos por novidades, devido a uma necessidade constante e aparente de estarmos atualizados e entretidos. Fomos fisgados pelo fenômeno da obsolescência programada, em que tudo se mostra efêmero e descartável.
Mas percebemos tardiamente que, embora todo o aparato tecnológico tenha sua importância, ele não substitui o papel do pai, do professor e educador, cujo sucesso em instruir e educar é diretamente proporcional à aplicação dos ensinos das Sagradas Escrituras na vida prática familiar. “[...] Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo” Efésios 4:13.
Devemos lembrar que somos criaturas mais complexas que robôs. Somos dotados de conexões neurais e não de fios. E que, além de hormônios, somos dotados de intelecto. Deus nos criou como seres integrais, e a necessidade de exercitamos nossas faculdades morais, intelectuais e emocionais de forma harmônica nos diz que precisamos ir além do mero entretenimento.
Como cristãos, precisamos buscar padrões mais elevados, o que significa nos colocarmos em atitude de guarda diante de um mundo em aberta rebelião contra Deus, e que espalha suas vãs filosofias, por meio do culto, a tudo que é fútil, vil ou sensual. Não por acaso, a Bíblia nos alerta: “Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” Colossenses 2:8.
Semelhante advertência, encontramos no Espírito de Profecia:
“Cumpre-nos, no que de nós depender, cerrar toda entrada pela qual [Satanás] possa encontrar acesso à alma.” O Maior Discurso de Cristo, p. 171.
Diante desse cenário, a nossa oração deve ser: “Desvia meus olhos, Senhor, de contemplarem coisas sem valor, e vivifica-me em Teu caminho” Salmo 119:37.
Apenas se vigiarmos as janelas de nossa alma poderemos permanecer firmes nesse mundo que jaz no maligno, lendo, ouvindo ou vendo apenas aquilo que passar pelo filtro de uma mente cujas faculdades foram enobrecidas na escola de Cristo.
Afinal, o inimigo de Deus é sutil e utiliza de estratégias que tornam o pecado atraente. Por isso, comece hoje pedindo a Deus para renovar o seu entendimento, devolvendo a você a capacidade de contemplar qual seja boa, perfeita e agradável vontade de Deus, atualizando a sua comunhão com o Senhor para, então, obter o antivírus contra as tentações do mundo moderno, disponível somente na graça e poder de Cristo.
Que Deus o abençoe!
“Tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, de boa fama… nisto pensai” Filipenses 4:8.

DICAS DE SAÚDE

Click na imagem abaixo para download


Seu sábado é deleitoso? – por Juliana C. Oliveira

“Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras, então te deleitarás no SENHOR, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do SENHOR o disse.” Isaías 58:13-14
Para mim, guardar o sábado é algo bem comum. Aprendi, quando criança, que esse é o dia separado por Deus para dedicarmos as coisas que dizem respeito a Ele. Mas, como chamá-lo (o sábado) de deleitoso e delicioso? Nesses últimos meses resolvi pedir discernimento a Deus para entender como guardar essas 24 horas tão importantes da semana.
Após estudo e oração entendi que precisava me preparar para o sábado já no domingo anterior. Fiz uma agenda de limpeza da casa e procuro preparar as roupas e a comida na quinta-feira. Na sexta-feira realizo tarefas leves e fáceis, que não carregam de forma nenhuma o meu dia, e começo o pôr do sol totalmente disposta.
Outra dica muito importante é estar feliz, mesmo que não tenha sido possível realizar alguma tarefa planejada. O que ficou para trás, ficou, nada de ficar pensando ou tentar fazer rapidamente mesmo no horário sagrado.
Minha segunda grande descoberta foi planejar o almoço de sábado como algo fácil e prático, ou seja, que demande pouco tempo na cozinha. Infelizmente, muitas famílias resolvem fazer no sábado o maior número de pratos elaborados da semana, gastando horas e mais horas para preparação dos pratos e limpeza da cozinha.
Descobri que sábado é dia de piquenique com a família ou um almoço simples com os amigos. Um prato simples,  com verduras ou frutas.
Essa semana eu e meu esposo resolvemos sair da turbulência da cidade grande para um refúgio em meio à natureza para nos alimentarmos, apreciarmos as obras de Deus e estudarmos Sua Palavra juntos. Que sábado deleitoso, delicioso e inesquecível! Aprendi que o termômetro para saber que o sábado está realmente sendo guardado é sentir saudades durante a semana, esperando ansiosamente pelo próximo. Confira no fim desse texto as fotos do nosso piquenique em meio a natureza.
Meu desejo é que você possa hoje resolver em seu coração chamar o sábado deleitoso e se esforçar para mudar o que precisa ser mudado em sua vida e em sua casa. Se for preciso, deixe tudo para trás e se apegue ao essencial, a Deus e sua família. Afinal, o que vale ganhar o mundo e perder os que estão dentro de sua casa?
Por Juliana C. Oliveira

DICAS DE SAÚDE


Click na imagem abaixo para download

DICAS DE SAÚDE



Click na imagem abaixo para download


ALICERÇADOS NA PALAVRA DE DEUS
(Mat. 7:24-27)
Alberto R. Timm
Professor de Teologia Histórica
Centro Universitário Adventista de São Paulo – Campus 2
Diretor do Centro de Pesquisas Ellen G. White (Brasil)
INTRODUÇÃO
a) Uma das obras arquitetônicas medievais mais conhecidas é a Torre de Pisa, na Itália, que se tornou mundialmente famosa por sua acentuada inclinação. O fundamento da torre começou a ser construído em agosto de 1173, mas a torre em si, como a conhecemos hoje, só foi concluída cerca de 200 anos mais tarde, devido a várias interrupções. Ela possui sete andares regulares e um oitavo andar com uma circunferência menor, que abriga um campanário com vários sinos. Com uma altura de quase 60 metros desde o fundamento até o topo, ela pesa aproximadamente 14.500 toneladas.
A torre foi construída em um terreno pouco firme, composto basicamente de argila mole com algumas camadas intermediárias de areia. Já durante a construção o terreno começou a ceder. A inclinação atual (no início do século 21) é de cerca de 5,5 graus na direção sul, levando o sétimo andar a se projetar aproximadamente 4,5 metros sobre o primeiro. Muitos esforços têm sido feitos para evitar que a torre acabe tombando. (“La Torre di Pisa: official web site”, http://torre.duomo.pisa.it/index_eng.html, abril de 2003.)
b) Como a Torre de Pisa corre o risco de tombar por não ter sido construída em um terreno sólido, também a vida espiritual de muitos professos cristãos acabará ruindo por não estar alicerçada sobre a Palavra de Deus. Tão importante é esse aspecto que Cristo concluiu o Seu famoso Sermão do Monte com a seguinte analogia encontrada em Mateus 7:24-27: “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.”
c) Estas palavras proferidas por Cristo há quase 2.000 anos são de grande importância para nós hoje, que teremos de enfrentar os enganos satânicos destinados a enredar o povo de Deus antes da Segunda Vinda de Cristo.

I. OS GRANDES DESAFIOS DO TEMPO DO FIM
Cristo menciona duas vezes em Sua analogia dos dois fundamentos que “caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa” (Mat. 7:25 e 27). As estratégias satânicas para nos levar à perdição são aqui descritas em termos de fortes tempestades envolvendo chuvas torrenciais, enchentes assoladoras e vendavais impetuosos. Somos advertidos por inspiração divina que tais tempestades se intensificariam no tempo do fim.
1. “Todo vento de [falsas] doutrinas estará soprando”
a) A figura do vento é associada na Bíblia tanto à obra do Espírito Santo como às contrafações satânicas. Em João 3:8 encontramos a seguinte declaração de Cristo: “O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito.” Mas em Efésios 4:14, Paulo adverte: “para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.” A expressão de Mateus 7:25 e 27 “sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa” se refere indiscutivelmente à atuação destrutiva dos agentes satânicos.
b) Referindo-se aos últimos dias da história humana, Ellen White declara que “o tempo está se aproximando rapidamente quando haverá grande perplexidade e confusão. Satanás revestido de vestes angelicais enganará, se possível, os próprios eleitos. Haverá muitos deuses e muitos senhores. Todo vento de doutrinas estará soprando [Efés. 4:14]” (E. G. White, Testimonies for the Church, vol. 5, pág. 80). Esses ventos de falsas doutrinas não estariam soprando apenas no mundo em geral, mas penetrariam no seio da própria igreja (cf. Atos 20:29), pois a intenção satânica é “enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mat. 24:24).
c) Existe uma verdadeira avalanche de falsas doutrinas e interpretações pessoais buscando se infiltrar na igreja através de contatos pessoais, publicações particulares e alguns sites na Internet. Muitos membros da igreja têm sucumbido diante desses desafios pelo fato de exporem-se a tais materiais sem possuírem um conhecimento mais aprofundado das doutrinas bíblicas (ver Mat. 13:18-23). Em nome da democracia social e da liberdade individual, eles estão se aventurando no terreno encantado de Satanás sob a teoria de que devem buscar um conhecimento superior que ainda não possuem (ver Gên. 3:1-7).

2. “Os membros da igreja serão individualmente provados”
a) Na analogia dos dois fundamentos aparecem as expressões “todo aquele, pois, que...” e “todo aquele que...” (Mat. 7:24 e 26). Essas expressões deixam claro que o processo de construir sobre a “rocha” ou sobre a “areia” é uma questão individual que cada cristão deve decidir por si mesmo.
b) A inspiração nos adverte que “os membros da igreja serão individualmente provados. Serão colocados em circunstâncias em que se verão forçados a dar testemunho da verdade. Muitos serão chamados a falar diante de concílios e em tribunais de justiça, talvez separadamente e sozinhos. A experiência que os haveria ajudado nesta emergência, negligenciaram obter, e sua alma se acha opressa de remorsos pelas oportunidades desperdiçadas e os privilégios que negligenciaram.” (E. G. White, Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 164.)
c) Sendo esse o caso, não seria esse o tempo oportuno de construirmos a nossa casa espiritual “em Deus a minha forte rocha e o meu refúgio” (Sal. 62:7)? Não deveríamos buscar hoje um conhecimento mais profundo da Palavra de Deus? Não deveríamos conhecer melhor o fundamento bíblico da nossa mensagem distintiva? Não deveríamos também permitir que esse conhecimento exerça uma influência santificadora sobre a nossa vida (João 17:17)?
3. “Muitos hão de sair de nós”
a) Em Mateus 7:27 é dito que a casa construída sobre a areia, não tendo um fundamento sólido, “desabou, sendo grande a sua ruína”. A inspiração divina nos adverte que “muitos hão de sair de nós, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios. ... Levantar-se-ão falsos profetas e enganarão a muitos. Será sacudido tudo quanto possa ser sacudido.” (E. G. White, Evangelismo, pág. 363.)
b) “Quando o tempo de prova vier, revelar-se-ão os que fizeram da Palavra de Deus sua regra de vida. No verão, nenhuma diferença se nota entre os ciprestes e as outras árvores; mas, ao soprarem as rajadas hibernais, aqueles permanecem inalteráveis, enquanto estas perdem a folhagem. Assim aquele que com coração falso professa a religião, pode agora não se diferençar do cristão verdadeiro; está, porém, justamente diante de nós o tempo em que a diferença aparecerá.” (E. G. White, O Grande Conflito, pág. 602.)
c) “Permanecer em defesa da verdade e justiça quando a maioria nos abandona, ferir as batalhas do Senhor quando são poucos os campeões – essa será nossa prova. Naquele tempo devemos tirar calor da frieza dos outros, coragem de sua covardia, e lealdade de sua traição.” (E. G. White, Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 31.)

II. QUÃO SÓLIDO É O SEU FUNDAMENTO?
É indispensável que a Igreja Adventista do Sétimo Dia tenha a sua identidade doutrinária bem definida para sobreviver aos ataques finais do maligno. Mas essa identidade só será efetiva para nós se cada um individualmente, como membros da igreja, estivermos comprometidos com a mensagem adventista que nos caracteriza.
1. Edificados sobre a areia
a) Em Mateus 7:26 e 27 somos advertidos: “E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.”
b) Muitos professos cristãos têm ofuscado o seu compromisso pessoal com a Palavra de Deus, expondo-se ao sensualismo e ao misticismo que permeiam a literatura secular, as músicas profanas, os programas de televisão, as artes cinematográficas e a Internet. A arte do entretenimento e as comunicações modernas estão nos absorvendo a ponto de não termos mais tempo para as nossas prioridades espirituais. Muitos lamentarão ante o tribunal de Cristo que não tiveram tempo para ser cristãos!
c) É lamentável que muitos membros da igreja estão hoje bem mais familiarizados com os astros das novelas e dos esportes do que com as mensagens dos profetas do Senhor! Eles estão construindo sua casa espiritual e moral sobre a areia movediça das ideologias humanas. Essa casa certamente ruirá, pois eles “não acolheram o amor da verdade para serem salvos” (II Tess. 2:10).
2. Edificados sobre a rocha
a) Antes de apresentar a analogia dos dois fundamentos, Cristo havia afirmado em Mateus 7:21: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” Logo a seguir, em Mateus 7:24-25, Cristo acrescentou: “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha.”
b) Cristo é identificado em I Pedro 2:1-8 como a “pedra angular” (v. 6) e a “rocha” (v. 8) sobre a qual devemos edificar a nossa “casa espiritual” (v. 5). Mas a analogia dos dois fundamentos mencionada em Mateus 7:24-27 conspira contra a teoria popular de uma casa espiritual construída apenas sob um relacionamento subjetivo com Cristo, sem um compromisso mais efetivo com a vontade de Cristo. É evidente, portanto, que “os que pensam não ser importante se crêem na doutrina, contanto que creiam em Jesus Cristo, encontram-se em terreno perigoso”. (E. G. White, Cristo Triunfante, Meditações Matinais 2002, pág. 235.)
c) Os que realmente construíram sua casa sobre a rocha são identificados em Mateus 7:24 como aqueles que conhecem os ensinos de Cristo e os praticam. Isso significa que tais pessoas possuem um relacionamento genuíno com Cristo e um compromisso pessoal com os ensinos de Cristo. Esse compromisso é fundamental, pois, de acordo com o profeta Isaías, “seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente” (Isa. 40:8).
3. Qual é o seu fundamento?
a) No livro Evangelismo, de Ellen White, págs. 363-364, encontramos a seguinte declaração: “A luz que me foi dada tem acentuado deveras que muitos hão de sair de nós, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios. O Senhor deseja que toda alma que professa crer na verdade tenha um conhecimento inteligente do que seja a verdade. Levantar-se-ão falsos profetas e enganarão a muitos. Será sacudido tudo quanto possa ser sacudido. Não cumpre então a cada um compreender as razões de nossa fé? Em lugar de haver tantos sermões, deve haver mais acurado estudo da Palavra de Deus, abrindo as Escrituras texto por texto, e procurando as fortes evidências que apóiam as doutrinas fundamentais que nos trouxeram ao ponto em que nos encontramos hoje, sobre a plataforma da verdade eterna.”
b) Isso nos leva a indagar: Qual o fundamento da nossa casa espiritual? Está ela sendo construída sobre a rocha da Palavra de Deus ou sobre a areia movediça das ideologias humanas? Não deveríamos solidificar o seu fundamento, antes que ela tombe diante das tempestades de falsas doutrinas que já estão soprando? Não seria agora o momento oportuno para iniciarmos esse processo de solidificação?
c) É importante que tomemos a decisão de nos comprometermos com a Palavra de Deus. Mas esse compromisso só se tornará efetivo se nos envolvermos em um plano específico de estudo sistemático das doutrinas bíblicas.

III. SEMINÁRIO DE ESTUDOS DO LIVRO NISTO CREMOS
Nossa igreja (ou grupo) local decidiu implantar uma série de estudos das doutrinas adventistas que gostaríamos de compartilhar com os irmãos nesta ocasião.
1. Um Seminário Para os Membros da Divisão Sul-Americana
a) Com o propósito de consolidar o conhecimento doutrinário de todos os segmentos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil, a Divisão Sul-Americana adotou como um dos Livros do Ano de 2004 a obra intitulada Nisto Cremos: 27 Ensinos Bíblicos dos Adventistas do Sétimo Dia (505 páginas).
b) Produzida pela Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, esta obra é uma das exposições doutrinárias mais abalizadas já organizadas pela nossa igreja.
c) Cada família adventista deveria adquirir pelos menos um exemplar do livro Nisto Cremos ou do CD-ROM “Nisto Cremos” (o qual também contém uma cópia do texto integral do livro, além das apresentações em PowerPoint, estudos bíblicos e comentários adicionais de importantes pastores e teólogos adventistas). Assim, o estudo vai se tornar mais proveitoso para todos nós.
2. A Realização do Seminário em Nossa Igreja (ou Grupo) Local
a) O conteúdo do livro Nisto Cremos será estudado em nossa igreja (ou grupo), em 27 reuniões consecutivas, começando no dia ... [Definir claramente se o livro será estudado nos cultos de domingo.]
b) Durante a semana que antecede cada reunião, as famílias deverão ler em casa o respectivo capítulo do livro a ser considerado na próxima reunião de estudo. [Anunciar o capítulo do livro a ser lido já para a primeira reunião de estudos.]
c) No culto em si será feita uma recapitulação do conteúdo do capítulo lido, ilustrada com apresentações em PowerPoint, o que tornará o estudo muito mais agradável e compreensível.
3. Nosso Compromisso Pessoal em Participar Desse Importante Seminário
a) Nenhum adventista do sétimo dia deveria permitir que outros interesses particulares absorvam o tempo que deveria ser dedicado na participação nesse importante seminário.
b) Se realmente queremos ser salvos, precisamos nos desvencilhar de tudo aquilo que nos impede de buscarmos o conhecimento santificador da Palavra de Deus.
c) Cada um de nós deveria saber porque é um adventista, “estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” (I Ped. 3:15). Para isso, é preciso compreendermos bem os fundamentos doutrinários da nossa mensagem.
CONCLUSÃO
a) Ivan Espíndola de Ávila, em seu livro A Bíblia, ao Longo do Caminho, págs. 92-94, conta a história de Guilherme McPherson, que foi vítima de uma explosão aos 17 anos de idade, enquanto trabalhava em uma pedreira. Os médicos conseguiram salvar-lhe a vida, mas ele ficou sem braços e completamente cego. Sua grande frustração era não poder mais ler a Bíblia por si mesmo, tendo sempre que depender da boa vontade de outros.
Mas, certa ocasião, Guilherme ouviu o pastor de sua igreja relatar a experiência de uma idosa senhora entrevada que, não podendo mais segurar a Bíblia, a beijou, despedindo-se dela. A idéia de encostar os lábios na Bíblia levou Guilherme a crer que ele mesmo poderia voltar a ler as Escrituras se tão somente usasse a ponta da sua língua para aprender o método Braile de leitura para cegos.
Durante muito tempo Guilherme tocava com a ponta da língua e com os lábios os caracteres em alto relevo de sua Bíblia em Braile, para aprender a ler. Em muitas ocasiões as páginas ficaram manchadas de sangue, pelas feridas provocadas por esse método incomum de leitura. Mas aos 46 anos de idade, ele já havia lido quatro vezes a Bíblia completa para cegos, composta de 59 volumes grossos.
A vida de Guilherme McPherson revela um amor incondicional às Escrituras Sagradas que deveria ser imitado por todos aqueles que estão se preparando para a volta de Cristo.
b) O mundo em que vivemos se caracteriza pela globalização das informações, em que o fascínio pelo elemento visual está suplantando o conhecimento teórico da realidade. Mas, como cristãos adventistas, não podemos permitir que os recursos da mídia nos distanciem do conhecimento da Palavra de Deus. Precisamos voltar a ser reconhecidos como o “povo da Bíblia”.
c) Temos que enfrentar os dias finais da história humana alicerçados sobre a Palavra de Deus (Isa. 40:8) e com o olhar fixo em Jesus, “o Autor e Consumador da fé” (Heb. 12:2). Que o Senhor nos abençoe para isso. Amém.












Para refletir...

Atrair Ou Afugentar?

"Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor" (1 Coríntios 15:58).

Um ministro, em seu fim de semana de folga, decidiu visitar uma igreja grande no centro da cidade. Ao passar pelo ministro local, na entrada, ele perguntou: "Como você consegue atrair quinhentas pessoas para sua igreja todas as semanas?" O ministro local respondeu: "É fácil. Eu comecei com 1.000!"

Infelizmente, muitos cristãos têm mais facilidade de afugentar pessoas do que atraí-las para o Senhor Jesus. Suas vidas insignificantes e o desprezo com que lidam com as coisas de Deus acabam influenciando negativamente a todos que os conhecem. Que motivos teriam os seus amigos para abrir o coração para Jesus se o que vêem neles não os motiva a mudar de vida?

Quando o sorriso de nossos lábios e o brilho de nossas atitudes são vistos nos lugares onde frequentamos, muitos se aproximam e procuram saber a razão de nossa felicidade. E quando lhes transmitimos o amor do Senhor, que é percebido claramente em nós, querem ter a mesma experiência e não desejam mais se afastar daquela vida abundante por nós testificada.

Se falamos de Cristo e não demonstramos mudanças, em vez de atrairmos pessoas, é certo que as afugentamos. O que vêem em nós é uma vida vazia e triste, sem o clarão característico de alguém que caminha na luz do Senhor. Quem iria desejar o mesmo? Quem iria aceitar a nossa pregação?

Precisamos estar firmes diante do Senhor. Precisamos viver de tal maneira que as pessoas venham nos procurar mesmo antes de falarmos qualquer palavra. Precisamos glorificar a Deus em todos os momentos de nossas vidas. Precisamos ser bênçãos e não maldição. Precisamos atrair e não afugentar!

Sua vida cristã atrai pessoas ou afugenta-as?



By http://ministerio-pararefletir.blogspot.com