segunda-feira, 28 de maio de 2012




Nova Chance

Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço.

Tinha ele um único filho, um único herdeiro, que, ao contrario do pai, não gostava de trabalho nem de
compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles.
Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer,
depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai lhe retiniam os ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção.

Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e
dentro do celeiro ele mesmo fez uma forca, e junto a ela, uma placa com os dizeres: "Para você nunca mais
desprezar as palavras de seu pai.

Mais tarde chamou o filho, o levou ate o celeiro e disse:

- Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, você tomará conta de tudo o que e meu, e sei qual será o seu futuro.

Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar, e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar de você.

E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos.

É por isso que eu construí esta forca, sim, ela é para você, e quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela. "O jovem riu, achou absurdo, mas, para não contrariar o pai, prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer.

O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.

Desesperado e aflito, começou a refletir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer:

- Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde demais.
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava.
A passos lentos se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse:
- Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos esta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada.

Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e disse:

- Ah , se eu tivesse uma nova chance...

Então pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se
facilmente, o rapaz caiu no chão, e sobre ele caiam jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes; a forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia: Essa é a sua nova chance, eu te Amo muito.Seu pai.

E você , está buscando uma nova chance . Profetize sobre o seu caminho se este se tornou um "vale de ossos secos" (Ez 37:1,9) e clame ao Espírito do Senhor para que venha dos quatro ventos Seu sopro e confie, pois a benção já é sua e onde havia morte haverá Vida , Vitória e Alegria em Nome de JESUS. Essa é a sua nova chance também , pois o Senhor te Ama muito , muito , muito.

Por que o darwinismo é falso (parte 1 de 3)

Jerry A. Coyne é professor no Departamento de Ecologia e Evolução na Universidade de Chicago. Em seu livro Why Evolution is True [Por que a Evolução é Verdadeira], ele resume assim o darwinismo – a teoria moderna da evolução: “A vida na Terra evoluiu gradualmente com uma espécie primitiva – talvez uma molécula autorreplicante – que viveu há mais de 3,5 bilhões de anos; e depois se ramificou ao longo do tempo, lançando muitas e novas espécies diversas; e o mecanismo para a maior parte da (mas não toda) mudança evolucionária é a seleção natural.”[1] 

Coyne explica mais adiante que a evolução “simplesmente significa que uma espécie sofre mudança genética ao longo do tempo. Isto é, ao longo de muitas gerações, uma espécie pode evoluir em algo bem diferente, e essas diferenças são baseadas em mudanças no DNA, que se originam como mutações. As espécies de animais e plantas vivendo hoje não estavam por aqui no passado, mas descendem daquelas que viveram muito antes”.[2] 

Segundo Coyne, contudo, “se a evolução significasse somente mudança genética gradual dentro de uma espécie, hoje nós teríamos somente uma espécie – um único descendente altamente evoluído da primeira espécie. Mas temos muitas espécies… Como que essa diversidade surgiu de uma forma ancestral?” Ela surge por causa da “divisão, ou, mais exatamente, da especiação”, que “simplesmente significa a evolução de grupos diferentes que não podem cruzar entre si”.[3] 

Se a teoria darwinista fosse verdadeira, “nós deveríamos ser capazes de encontrar alguns casos de especiação no registro fóssil, com uma linhagem de descendência se dividindo em duas ou mais. E nós deveríamos ser capazes de encontrar novas espécies se formando na natureza”. Além disso, “deveríamos ser capazes de encontrar exemplos de espécies que se conectariam com os principais grupos suspeitos de terem uma ancestralidade comum, como as aves com os répteis, e os peixes com os anfíbios”. Finalmente, existem fatos que “fazem sentido somente à luz da teoria da evolução”, mas não fazem sentido à luz da criação ou do design. Isso inclui “os padrões de distribuição das espécies sobre a superfície da Terra, as peculiaridades de como os organismos se desenvolvem de embriões, e a existência de características vestigiais que não são de nenhum uso aparente”. Coyne conclui sua introdução com a afirmação ousada de que “toda a evidência – tanto velha quanto nova – resulta inelutavelmente na conclusão de que a evolução é verdadeira”.[4] 

Claro, a “evolução” é inegavelmente verdadeira se ela simplesmente significar que as espécies existentes podem mudar de modos pequenos ao longo do tempo, ou que muitas espécies vivendo hoje não existiram no passado. Mas a asserção de Darwin de que todas as espécies são descendentes modificados de um ancestral comum, e a asserção de Coyne de que as mutações do DNA e a seleção natural produziram essas modificações, não são assim tão inegavelmente verdadeiras. Coyne devota o resto do seu livro a fornecer evidências para elas. 

Fósseis 

Coyne se volta primeiro para o registro fóssil. “Devemos ser capazes”, ele escreveu, “de encontrar alguma evidência para a mudança evolucionária no registro fóssil. As camadas rochosas mais profundas (e mais antigas) conteriam os fósseis de espécies mais primitivas, e alguns fósseis deveriam se tornar mais complexos à medida que as camadas rochosas se tornam mais jovens, com os organismos parecendo as atuais espécies encontradas nas camadas mais recentes. E nós devemos ser capazes de ver algumas espécies mudando ao longo do tempo, formando linhagens de ‘descendência com modificação’ (adaptação).” Em particular, “as espécies posteriores devem ter traços que as tornam parecidas com os descendentes de espécies mais antigas”.[5] 

Em seu livro A Origem das espécies, Charles Darwin reconheceu que o registro fóssil apresentava dificuldades para sua teoria. “Pela teoria da seleção natural”, ele escreveu, “todas as espécies vivas foram conectadas com as espécies progenitoras de cada gênero, por diferenças não maiores do que as que nós vemos entre as variedades naturais e domésticas das mesmas espécies no presente dia.” Assim, no passado, “o número de elos intermediários e transicionais, entre todas as espécies vivas e extintas, deve ser inconcebivelmente grande”. Mas Darwin sabia que os principais grupos de animais – que os biólogos modernos chamam de “filo” – apareceram plenamente formados no que eram na ocasião as mais antigas rochas fossilíferas conhecidas, depositados durante um período geológico conhecido como o Cambriano. Ele considerava isso uma dificuldade “séria” para sua teoria, pois “se a teoria for verdadeira, é incontestável que antes de o estrato inferior do Cambriano ser depositado decorreram longos períodos… e que durante esses vastos períodos o mundo foi enxameado com criaturas vivas”. E quanto “à pergunta de por que não achamos ricos depósitos fossilíferos pertencentes a esses períodos tidos como mais antigos anteriores ao sistema Cambriano, eu não posso dar nenhuma resposta satisfatória”. Desse modo, “o caso no presente momento deve permanecer inexplicável; e pode ser verdadeiramente levantado como um argumento válido contra os pontos de vista aqui considerados”.[6] 

Darwin defendeu sua teoria citando a imperfeição do registro geológico. Em particular, ele argumentou que os fósseis pré-cambrianos teriam sido destruídos pelo calor, pressão e erosão. Alguns dos seguidores modernos de Darwin têm argumentado dessa maneira que os fósseis pré-cambrianos existiram, mas foram destruídos mais tarde, ou que os organismos pré-cambrianos eram pequenos demais ou moles demais para serem fossilizados em primeiro lugar. Todavia, desde 1859, os paleontólogos têm descoberto muitos fósseis pré-cambrianos, muitos deles microscópicos ou de corpo mole. Como o paleontólogo Americano William Schopf escreveu em 1994, “a noção há muito tempo defendida de que os organismos pré-cambrianos deveriam ter sido pequenos demais ou delicados demais para terem sidos preservados em materiais geológicos… [é] agora reconhecida como incorreta”. Se isso significar alguma coisa, o surgimento abrupto dos principais filos de animais há cerca de 540 milhões de anos – que os biólogos modernos chamam de “Explosão Cambriana” ou o “Big Bang da biologia” – é muito mais bem documentado agora do que no tempo de Darwin. De acordo com o paleontólogo de Berkeley, James Valentine, e seus colegas, a “explosão é real, ela é grande demais para ser mascarada por falhas no registro fóssil”. Na verdade, quanto mais fósseis são descobertos, se torna claro que a explosão cambriana foi “ainda mais abrupta e extensiva do que antes imaginado”.[7] 

E o que o livro de Coyne tem a dizer sobre isso? 

“Cerca de 600 milhões de anos atrás”, Coyne escreveu, “toda uma gama de organismos relativamente simples, mas multicelulares, surgiu, inclusive minhocas, medusas e esponjas. Esses grupos se diversificaram ao longo dos milhões de anos seguintes, com as plantas terrestres e os tetrápodes (animais de quatro patas, os mais antigos deles foram os peixes com nadadeiras lobadas) surgindo cerca de 400 milhões de anos atrás.”[8] 

Em outras palavras, o relato de Coyne da história evolucionária salta de 600 para 400 milhões de anos atrás, sem mencionar a explosão cambriana de 540 milhões de anos. Nesse sentido, o livro de Coyne é como um livro-texto moderno de Biologia que foi escrito para doutrinar os estudantes na evolução darwinista, em lugar de lhes fornecer os fatos. 

Coyne prossegue discutindo diversas formas “transicionais”. “Um de nossos melhores exemplos de uma transição evolucionária”, ele escreveu, é o registro fóssil das baleias, “pois temos uma série de fósseis cronologicamente ordenada, talvez uma linhagem de ancestrais e descendentes, mostrando seu movimento da terra para a água.”[9] 

“A sequência começa”, Coyne escreveu, “com um fóssil recentemente descoberto de um parente próximo das baleias, um animal do tamanho de um guaxinim chamado Indohyus. Vivendo há 48 milhões de anos, o Indohyus foi… provavelmente muito próximo do que parecia o ancestral da baleia.” No parágrafo seguinte, Coyne escreveu: “O Indohyus não foi o ancestral da baleia, mas quase com certeza foi seu primo. Mas se recuarmos mais quatro milhões de anos, para 52 milhões de anos atrás, vemos o que pode muito bem ser aquele ancestral. É um crânio fóssil de uma criatura do tamanho de um lobo chamada Pakicetus, que se parece muito mais com uma baleia do que o Indohyus.” Na página que separa esses dois parágrafos, há uma figura intitulada “Formas transicionais na evolução das baleias modernas”, que mostra o Indohyus como o primeiro da série e o Pakicetus como o segundo.[10] 

Mas o Pakicetus – como Coyne acabou de nos dizer – é quatro milhões de anos mais velho do que o Indohyus. Para um darwinista, isso não importa: Pakicetus é “muito mais parecido com uma baleia” do que o Indohyus, por isso deve ficar entre o Indohyus e as baleias modernas, apesar da evidência fóssil. 

(Coyne usa o mesmo truque com os fosseis que, supostamente, são ancestrais das aves modernas. O Archaeopteryx, o ícone dos livros didáticos, com suas asas com penas como uma ave moderna, mas dentes e cauda como os de um réptil, é datado em 145 milhões de anos. Mas o que Coyne chama de “fósseis de dinossauros não voadores com penas” – que deveriam ter vindo antes do Archaeopteryx – são milhões de anos mais novos. Como os cientistas darwinistas Kevin Padian e Luis Chiappe oneze anos antes, Coyne simplesmente reorganiza a evidência para encaixar a teoria darwinista.)[11] 

Chega da predição de Coyne que “as espécies posteriores deveriam ter características que as fizessem parecer com os descendentes de espécies anteriores”. E chega também com o seu argumento de que “se a evolução não fosse verdadeira, os fósseis não ocorreriam numa ordem que faz sentido em termos evolucionários”. Ignorando os fatos que ele mesmo acabou de apresentar, Coyne conclui descaradamente: “Quando encontramos as formas transicionais, elas ocorrem no registro fóssil exatamente onde deveriam ocorrer.” Se o livro de Coyne fosse feito filme, essa cena deveria mostrar a frase de Chico Marx: “Em quem você vai acreditar, em mim ou nos seus próprios olhos?”[12] 

Há outro problema com a série de fósseis de baleia (e com todas as demais séries de fósseis) que Coyne deixou de abordar: nenhuma espécie na série poderia, possivelmente, ser o ancestral de qualquer outra, porque todas elas possuem características que elas primeiro teriam que perder antes de evoluir numa forma subsequente. É por isso que a literatura científica, tipicamente, mostra cada espécie ramificando de uma suposta linhagem. 

Na figura abaixo, todas as linhagens são hipotéticas. O diagrama à esquerda é uma representação da teoria evolucionária: a espécie A é ancestral de B, que é ancestral de C, que é ancestral de D, que é ancestral de E. Mas o diagrama à direita é uma representação melhor da evidência: as espécies A, B, C e D não estão na linhagem real que resulta na espécie E, que permanece desconhecida. 


 Acontece que nenhuma série de fósseis pode fornecer evidência para a descendência darwinista com modificação. Até mesmo no caso de espécies vivas, os restos enterrados não podem, geralmente, ser usados para estabelecer relações de ancestrais-descendentes. Imagine encontrar dois esqueletos humanos na mesma cova, um trinta anos mais velho do que o outro. O indivíduo mais velho era pai do mais novo? Sem registros genealógicos escritos e marcas de identificação (ou em alguns casos o DNA), é impossível responder à questão. E nesse caso estaríamos lidando com dois esqueletos da mesma espécie que estão distantes apenas uma geração e na mesma localidade. Com fósseis de espécies diferentes que agora estão extintas, e bem separadas no tempo e no espaço, não há como se estabelecer que um é o ancestral do outro – não importa quantos fósseis transicionais encontremos. 

Em 1978, Gareth Nelson, do Museu Americano de História Natural, escreveu: “A ideia que alguém possa ir ao registro fóssil e esperar recuperar empiricamente uma sequência ancestral-descendente, seja de espécies, gênero, famílias, ou seja o que for, tem sido, e continua sendo, uma ilusão perniciosa.”[13] Henry Gee, escritor de ciência da Nature, escreveu em 1999 que “nenhum fóssil é enterrado com sua certidão de nascimento”. Quando chamamos novas descobertas de fósseis de “elos perdidos”, é como “se a corrente de ancestralidade e descendência fosse um objeto real para nossa contemplação, e não o que realmente é: uma invenção completamente humana criada após o fato, modelada da acordo com os preconceitos humanos”. Gee concluiu: “Pegar uma série de fósseis e afirmar que ela representa uma linhagem não é uma hipótese científica que possa ser testada, mas uma afirmativa que carrega a mesma validade de uma história para dormir – entretém, talvez até seja instrutiva, mas não é científica.”[14] 

(Dr. Jonathan Wells, Discovery Institute, 18/5/2009; via Desafiando a Nomenklatura Científica

Notas:

1. Jerry A. Coyne, Why Evolution Is True (New York: Viking, 2009), p. 3.
2. Coyne, Why Evolution Is True, p. 3, 4.
3. Coyne, Why Evolution Is True, p. 5, 6.
4. Coyne, Why Evolution Is True, p. 18, 19.
5. Coyne, Why Evolution Is True, p. 17-18, 25.
6. Charles Darwin, The Origin of Species, Sixth Edition (London: John Murray, 1872), Capítulo X, p. 266, 285-288. Disponível online (2009) aqui.
7. J. William Schopf, “The early evolution of life: solution to Darwin’s dilemma”, Trends in Ecology and Evolution 9 (1994): 375-377. James W. Valentine, Stanley M. Awramik, Philip W. Signor & M. Sadler, “The Biological Explosion at the Precambrian-Cambrian Boundary”, Evolutionary Biology 25 (1991): 279-356. James W. Valentine e Douglas H. Erwin, “Interpreting Great Developmental Experiments: The Fossil Record”, p. 71-107, in Rudolf A. Raff & Elizabeth C. Raff (editores),Development as an Evolutionary Process (New York: Alan R. Liss, 1987). Jeffrey S. Levinton, “The Big Bang of Animal Evolution”, Scientific American 267 (novembro 1992): 84-91. “The Scientific Controversy Over the Cambrian Explosion”, Discovery Institute; disponível online (2009) aqui. Jonathan Wells, Icons of Evolution (Washington, DC: Regnery Publishing, 2002), Capítulo 3; mais informação disponível online (2009) aqui. Stephen C. Meyer, “The Cambrian Explosion: Biology’s Big Bang”, p. 323-402, in John Angus Campbell & Stephen C. Meyer (editores), Darwinism, Design, and Public Education (East Lansing, MI: Michigan State University Press, 2003); mais informação disponível online (2009) aqui.
8. Coyne, Why Evolution Is True, p. 28.
9. Coyne, Why Evolution Is True, p. 48.
10. Coyne, Why Evolution Is True, p. 49-51.
11. Kevin Padian e Luis M. Chiappe, “The origin and early evolution of birds”, Biological Reviews 73 (1998): 1-42; disponível online (2009) aqui. Wells, Icons of Evolution, p. 119-122. 
12. Coyne, Why Evolution Is True, p. 25, 53. Chico Marx in “Duck Soup” (Paramount Pictures, 1933); essa e outras citações do irmãos Marx Brothers estão disponíveis online (2009) aqui.
13. Gareth Nelson, “Presentation to the American Museum of Natural History (1969)”, in David M. Williams & Malte C. Ebach, “The reform of palaeontology and the rise of biogeography – 25 years after “Ontogeny, phylogeny, palaeontology and the biogenetic law” (Nelson, 1978)”, Journal of Biogeography31 (2004): 685-712.
14. Henry Gee, In Search of Deep Time (New York: Free Press, 1999), p. 5, 32, 113-117. Jonathan Wells, The Politically Incorrect Guide to Darwinism and Intelligent Design (Washington, DC: Regnery Publishing, 2006); mais informação disponível online (2009) aqui.



 A Língua
by pgjovemcompoder

Um nobre senhor mandou um dia o seu criado ao açougue, dizendo-lhe: - Traga-me o melhor bocado que lá encontrares.

Para atender fielmente ao pedido de seu amo, o servo trouxe-lhe uma língua.
O nobre senhor mandou que as criadas preparassem aquela língua, e assim se deliciou com o estranho e apetitoso bocado.

Dias depois, o senhor chamou novamente o servo e recomendou-lhe: - Traga-me agora, do mesmo açougue, o bocado mais desprezível que encontrares.

O criado foi depressa, pensou, e trouxe mais uma língua.

Tomado de admiração, o seu senhor indagou-lhe: - Que significa isso: pedi o melhor bocado e me trouxestes uma língua; depois pedi o pior bocado e me trouxestes também uma língua? Então o servo, que era sumamente sábio, explicou-lhe: - Não me enganei, senhor. É isso mesmo: a língua é, ao mesmo tempo, tudo o que há de melhor e tudo o que há de pior no mundo. Pode causar os melhores bens na boca de uma pessoa boa e pode causar os maiores males na boca de uma pessoa má.

Não Há Amor Maior


Qualquer que fosse seu alvo inicial, os tiros de morteiros caíram em um orfanato dirigido por um grupo missionário na pequena aldeia vietnamita. Os missionários e uma ou duas crianças morreram imediatamente e várias outras crianças ficaram feridas, incluindo uma menininha de uns oito anos de idade.

As pessoas da aldeia pediram ajuda médica de uma cidade vizinha que possuía contato por rádio com as forças americanas. 

Finalmente, um médico e uma enfermeira da Marinha americana chegaram em um jipe apenas com sua maleta médica. 

Determinaram que a menina era a que estava mais gravemente ferida. Sem uma ação rápida, ela morreria por causa do choque e da perda de sangue.

Uma transfusão era imprescindível e era necessário um doador com o mesmo tipo sangüíneo. Um teste rápido revelou que nenhum dos americanos possuía o tipo correto, mas vários dos órfãos que não haviam sido atingidos tinham.

O médico falava um pouco de vietnamita simplificado e a enfermeira possuía uma leve noção de francês aprendido no colégio. Usando essa combinação, juntos e com muita linguagem de sinais improvisada, eles tentaram explicar para a jovem e assustada platéia que, a não ser que pudessem repor uma parte do sangue perdido da menina, ela com certeza morreria. 

Então, perguntaram se alguém estaria disposto a doar um pouco de sangue para ajudar. Seu pedido encontrou um silêncio estupefato. 

Após longos momentos, uma mãozinha lenta e hesitantemente levantou-se, abaixou-se e levantou-se novamente.

- Oh, obrigada - disse a enfermeira em francês. - Qual é o seu nome?
- Heng - veio a resposta.

Heng foi rapidamente colocado em um catre, os braços limpos com álcool e uma agulha inserida em sua veia. Durante toda a penosa experiência, Heng permaneceu tenso e em silêncio.

Depois de algum tempo, ele soltou um soluço trêmulo, cobrindo rapidamente seu rosto com a mão livre.

- Está doendo, Heng? - perguntou o médico.

Heng balançou a cabeça, mas, após alguns instantes, outro soluço escapou e mais uma vez ele tentou esconder o choro. Novamente o médico perguntou se a agulha o estava machucando e novamente Heng balançou a cabeça.

Porém agora seus soluços ocasionais haviam dado lugar a um choro constante e silencioso, seus olhos apertados, o punho na boca para abafar seus soluços.

A equipe médica estava preocupada. Algo obviamente estava muito errado. Nesse momento, uma enfermeira vietnamita chegou para ajudar. Vendo o sofrimento do pequeno, ela falou rapidamente com ele em vietnamita, escutou sua resposta e respondeu-lhe com a voz reconfortante. 

Após um instante, o paciente parou de chorar e olhou interrogativamente para a enfermeira vietnamita. Quando ela assentiu, um ar de grande alívio se espalhou pelo rosto do menino.

Olhando para cima, a enfermeira contou calmamente para os americanos:

- Ele achou que estava morrendo. Entendeu errado. Achou que vocês haviam pedido que ele desse todo o seu sangue para que a menina pudesse viver.

- Mas por que ele estaria disposto a fazer isso? - perguntou a enfermeira da Marinha.

A enfermeira vietnamita repetiu a pergunta para o menino, que respondeu simplesmente:

- Ela é minha amiga.

(John W. Mansur, extraído de The Missileer)
Um Presente de Deus Para Nossa Vida

“... que sejais fortalecidos com poder, mediante o Seu Espírito no homem interior” (Efésios 3:16).


Essa frase apresenta um grande contraste. É a segunda súplica de Paulo pelos efésios. Na primeira, o assunto era o reconhecimento da vocação; na segunda, é o poder dessa vocação.

Que sejam "fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior" é uma graça pessoal pedida a Deus para eles, para as necessidades da vida cristã. 

No Novo Testamento, a palavra "poder" contém o pensamento de autoridade, atividade e energia. O Espírito Santo é tudo isso, faz tudo isso. Sua obra pelo cristão cobre todas as direções: nenhum aspecto da nossa vida lhe escapa. 

Por maior e mais importante que seja nossa necessidade, ou por pequena e mais íntima que nos pareça a ferida que deve ser curada, seu poder será comunicado e agirá. 

No menor e mais fraco dentre nós, Ele habita pela fé. Se, salvos pela graça, somos filhos de Deus por adoção, Ele virá para nos fortalecer com poder.

Em que consiste o contraste? Nesse poder divino e infinitamente grande do Espírito Santo, que age nos seres fracos que somos, no nosso "homem interior", no nosso íntimo, no lugar mais escondido, mais oculto. 

Ele age no santuário de nossa personalidade, onde nada deve penetrar, senão Ele. Age naquilo que as Escrituras chamam de "o homem interior do coração" (l Pe 3:4), o profundo de nosso ser, tão sensível, tão frágil, tão pessoal.

Deus destinou esse grande poder para isso: Ele age onde está o centro, o ponto de partida de todas as coisas em nós, onde estão as fontes da vida. 

Que o Espírito de Cristo tome posse disso e que saibamos, pela fé, que Ele habita em nós. É esse o socorro e a força do alto para nossa vida inteiramente humana de todos os dias, para as grandes e as pequenas coisas, para a vida particular ou o serviço público. Nada é excluído.

Então cessam as lutas, a "febre", os esforços carnais, as decepções contínuas. É o presente de Sua graça. Cada um de nós deve aceitar esse presente.


- Extraído de H. E. Alexander, Orvalho da Manhã. 

APOCALIPSE, o fim revelado.

O mistério de Babilônia

APOCALIPSE, o fim revelado.

As 7 pragas

APOCALIPSE, o fim revelado.

A segunda besta do apocalipse

APOCALIPSE, o fim revelado.

A besta do apocalipse

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A igreja verdadeira

sábado, 19 de maio de 2012



O Suco de Uva Pode Auxiliar no Emagrecimento
O suco de uva tinto integral pode auxiliar no emagrecimento. Este é o resultado da pesquisa realizada pela nutricionista Melissa Machado da Silva, de Paranavaí, PR, na Universidade Paranaense – Unipar, que apontou os benefícios de uma dieta aliada aos sucos de uva tinto integrais sobre o desenvolvimento de peso corporal e níveis de glicose plasmática em ratos. O objetivo do estudo era verificar a atuação do suco de uva nesses animais.

Durante 50 dias, 10 ratos, divididos em dois grupos de cinco, foram alimentados com sua dieta padrão (ração), sendo que em um grupo foi introduzido suco de uva tinto integral. O resultado apontou que os animais que receberam suco de uva tinto integral, sem adição de açúcar, perderam medidas e reduziram o índice de glicose, mesmo recebendo quantidades equivalentes de ração.

Os níveis plasmáticos de glicose dos animais que recebiam o suco também foram menores do que a glicose dos animais que não ingeriram a bebida. Portanto, foi constatada a proteção exercida pelos compostos fenólicos, presentes na bebida, sobre o desenvolvimento do peso corporal e os níveis plasmáticos de glicose, reduzindo assim a ocorrência de síndrome metabólica, em que é comprovado através de diversas literaturas que a obesidade e o diabetes estão totalmente relacionados ao desenvolvimento de doenças coronarianas.

Segundo a nutricionista, foi utilizado no estudo o suco integral da marca Sinuelo, da
vinícola Irmãos Molon, do Rio Grande do Sul, que indica pureza e também demonstra ser um potencial inibidor de radicais livres (antioxidantes). “O meu objetivo era verificar se a pureza da bebida poderia contribuir para algo a mais além das propriedades antioxidativas.”, explica a nutricionista.

A partir desta pesquisa, Melissa acredita que a qualidade do suco influi no auxilio ao combate do peso excessivo. A pesquisa não foi realizada em humanos, mas “o resultado pode ser transferido aos seres humanos, que devem ingerir 1% do seu peso corporal por dia. Isto é, para as pessoas que pesam 50 quilos, o ideal é ministrar 500 ml de suco/dia”, sugere a nutricionista.

A pesquisa também aponta que, além de combater o peso, o suco de uva auxilia na prevenção de doenças, visto que a obesidade e o diabetes estão relacionados ao surgimento de doenças coronarianas. Incorporar o produto a uma dieta saudável ajuda a combater os radicais livres, aumentar o colesterol bom (HDL) e evitar o acúmulo de gorduras nas artérias, prevenindo doenças do coração, elevando a expectativa de vida.
O poder da uva
A uva é uma das frutas que mais apresenta compostos fenólicos, como flavonoides e estilbenos (resveratrol), substâncias atuantes na prevenção de doenças coronarianas. Também reduz o risco de câncer, os níveis de colesterol sanguíneo e estimula o sistema imunológico. O suco da uva é considerado um alimento funcional. Além de fornecer nutrientes básicos, possui substâncias que auxiliam na prevenção ou em tratamento de doenças e melhora o funcionamento do organismo. Também tem a função de retardar o envelhecimento e neutralizar as substâncias cancerígenas prevenindo diversos tipos de câncer.

Para manter a pureza da bebida, o suco da vinícola utilizado no estudo usa o sistemaWelch, um processo natural que consiste no aquecimento até 82°C e resfriamento a seguir com uso de nitrogênio para manter o produto sem fermentação, ou seja, sem a presença de oxigênio. Este processo evita o uso de qualquer aditivo, conservante, ou adição de açúcar, pois mantém o açúcar natural da uva.

Apesar de o estudo não comprovar sua eficácia em humanos, não custa tentar, afinal emagrecer bebendo suco de uva seria uma delícia!
Pesquisa desenvolvida por aluna do Mestrado em Biotecnologia comprova ação antioxidante e antimutagênica dos sucos de uva.
Você já deve estar cansado de ouvir falar que vinho em doses moderadas faz bem à saúde. O que ainda não havia sido dito é que os efeitos benéficos da bebida também são encontrados nos sucos de uva. Foi o que Caroline Dani comprovou na dissertação de Mestrado em Biotecnologia, defendida em junho na UCS: os sucos de uva tintos, brancos e roses produzem ações antioxidantes e antimutagênicas.
Os efeitos são produzidos pelos polifenóis, compostos encontrados na casca da uva, que inibem o envelhecimento precoce e a proliferação de células cancerosas. A descoberta foi feita após um ao e sete meses de pesquisa. Nesse período, Caroline fez a avaliação nutricional antioxidante e antimulagência de nove tipos de sucos tintos, brancos e rosés.
A ação antioxidante da uva já era conhecida em vinhos, especialmente nos tintos. A novidade consiste em atribuí-la à ação dos compostos fenólicos totais. As substâncias funcionam como sistema imunológico das videiras. “São metabólitos secundários, produzidos em algumas situações, como o excesso de umidade” exemplifica.
Até hoje, o que se sabia era que o álcool dos vinhos funcionava como solvente na extração do resveratrol da casca. Contudo, por ser uma bebida não fermentada e não alcoólica, o suco não pode ficar muito tempo em contato com a casca, dificultando a extração do resveratrol. Mesmo assim, a estudante verificou quantidade elevada da substância nos sucos tintos orgânicos, que possuem 0,22 partes de milhão (ppm) de resveratrol contra 0,008 dos comerciais. Já na produção dos sucos brancos, sem contato da casca, a quantidade de resveratrol é inferior. “Na comparação dos sucos comerciais, os tintos possuem três vezes mais polifenóis que os brancos, entretanto todos apresentam atividade antioxidante”.
Fidelidade nos resultados
Durante o mestrado, Caroline mediu a quantidade de polifenóis, testando a capacidade antioxidante e antimutagênica de cada um dos sucos, por meio de testes in vitro. Ou seja, a pesquisadora desenvolveu modelos com a levedura Saccharomyces cerevisiae, que dá fidelidade ao estudo por ser muito semelhante às células humanas. “Isolamos a levedura em um meio no qual não cresceria e estimulamos a alteração genética por meio de um agente mutagênico. Com isso conseguimos provar que os nove sucos conseguem impedir a mutação”, explica. Em agosto, Caroline iniciou o Doutorado em Biotecnologia, onde pretende comparar grupos de cobaias (ratos): de um lado, os que serão alimentados duas vezes por dia durante 30 dias com sucos de uva e, de outro, os que irão beber apenas água. No trigésimo dia, os animais serão analisados.
Resveratrol diminui chances de obstrução de vasos
A ação antioxidante do resveratrol, já foi comprovada cientificamente. A substância é capaz de inibir a oxidação do LDL, o colesterol ruim. Quando oxidada, essa molécula nociva tem ainda mais facilidade para se depositar nas artérias até obstruí-las, provocando um infarto ou derrame.
Polifenóis: encontrados em diversas formas na natureza, são parte integrante do flavonoides e possuem grande poder de neutralizar as moléculas de radicais livres. São consideradas substâncias antioxidantes;
Resveratrol: um dos mais potentes oxidantes, o resveratrol é uma espécie de antibiótico natural, produzido como parte de defesa das plantas, geralmente na época das chuvas. O resveratrol é encontrado em uma película junto à casca dos grãos da uva.
Fonte: Jornal da UCS – agosto/setembro 2006
Dr. Alexandre Ascencio – CRM  144.116
CONSULTORIO MÉDICO: AV. PRES. JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA 753  SALA 82 – CENTRO, SOROCABA, SP.
Contatos com o Dr. Alexandre podem ser feitos através do site www.dralexandreascencio.com.br ou aos cuidados do www.isasdemfoco.net
Criando Raízes 


“Nossa força vem de nossas fraquezas.” (Ralph Waldo Emerson)

Quando eu era pequeno, tinha um velho vizinho chamado Dr. Gibbs. Ele não se parecia com nenhum médico que eu jamais houvesse conhecido. Todas as vezes em que eu o via, ele estava vestido com um macacão de zuarte e um chapéu de palha cuja aba da frente era de plástico verde transparente. Sorria muito, um sorriso que combinava com seu chapéu - velho, amarrotado e bastante gasto. 

Nunca gritava conosco por brincarmos em seu jardim. Lembro-me dele como alguém muito mais gentil do que as circunstâncias justificariam.

Quando o Dr. Gibbs não estava salvando vidas, estava plantando árvores. Sua casa localizava-se em um terreno de dez acres, e seu objetivo na vida era transformá-lo em uma floresta.

O bom doutor possuía algumas teorias interessantes a respeito de jardinagem. Ele era da escola do "sem sofrimento não há crescimento". Nunca regava as novas árvores, o que desafiava abertamente a sabedoria convencional. 

Uma vez perguntei-lhe por quê. Ele disse que molhar as plantas deixava-as mimadas e que, se nós as molhássemos, cada geração sucessiva de árvores cresceria cada vez mais fraca. Portanto, tínhamos que tornar as coisas difíceis para elas e eliminar as árvores fracas logo no início.

Ele falou sobre como regar as árvores fazia com que as raízes não se aprofundassem, e como as árvores que não eram regadas tinham que criar raízes mais profundas para procurar umidade. Achei que ele queria dizer que raízes profundas deveriam ser apreciadas.

Portanto, ele nunca regava suas árvores. Plantava um carvalho e, ao invés de regá-lo todas as manhãs, batia nele com um jornal enrolado. Smack! Slape! Pou! 

Perguntei-lhe por que fazia isso e ele disse que era para chamar a atenção da árvore.

O Dr. Gibbs faleceu alguns anos depois. Saí de casa. De vez em quando passo por sua casa e olho para as árvores que o vi plantar há cerca de vinte e cinco anos. Estão fortes como granito agora. Grandes e robustas. Aquelas árvores acordam pela manhã, batem no peito e bebem café sem açúcar.

Plantei algumas árvores há alguns anos. Carreguei água para elas durante um verão inteiro. Borrifei-as. Rezei por elas. Todos os nove metros do meu jardim. Dois anos de mimos resultaram em árvores que querem ser servidas e paparicadas. Sempre que sopra um vento frio, elas tremem e balançam os galhos. São “árvores maricas”.

Uma coisa engraçada a respeito das árvores do Dr. Gibbs: a adversidade e a privação pareciam beneficiá-las de um modo que o conforto e a tranqüilidade nunca conseguiriam.

Todas as noites, antes de ir dormir, dou uma olhada em meus dois filhos. Olho-os de cima e observo seus corpinhos, o sobe e desce da vida dentro deles. 

Freqüentemente oro por eles. Oro principalmente para que tenham vidas fáceis. "Senhor, poupe-os do sofrimento." Mas, ultimamente, venho pensando que é hora de mudar minha oração. 

Essa mudança tem a ver com a inevitabilidade dos ventos gelados que nos atingem em cheio. Sei que meu filhos encontrarão dificuldades e, portanto, minha oração para que isto não aconteça é ingênua. Sempre há um vento gelado soprando em algum lugar.

Portanto, estou mudando minha oração vespertina. Porque a vida é dura, quer o desejemos ou não. Em vez disso, vou orar para que as raízes de meus filhos sejam profundas, para que eles possam retirar forças das fontes escondidas do Deus eterno. 

Muitas vezes oramos por tranqüilidade, mas essa é uma graça difícil de alcançar. 

O que precisamos fazer é orar por raízes que alcancem o fundo do Eterno, para que quando as chuvas caiam e os ventos soprem não sejamos varridos em direções diferentes.

(Philip Gulley)

APOCALIPSE, o fim revelado.

Os profetas modernos

APOCALIPSE – O fim revelado

Unidos a Cristo Num Só Espírito
“Mas aquele que se une ao Senhor é um espírito com Ele” (I Coríntios 6:17).


O texto de ontem falou dos sofrimentos de Cristo, e vimos que a comunhão de seus sofrimentos não é um ponto de chegada, mas a via de acesso que nos conduz ao poder de sua ressurreição.

Hoje, vamos considerar a glória de Cristo e a herança que Ele nos deixou, porque os sofrimentos dele tiveram uma continuação de triunfo, riqueza e fruto.

De fato, quando nossos pés seguem as pisadas de Cristo, nosso espírito é um com Ele no trono de Sua graça. Somos uma mesma árvore com Ele não apenas na Sua morte, mas também na Sua ressurreição.

Isso quer dizer que entramos na resposta da oração de Efésios 1:19. Os olhos do coração se abrem para compreender a esperança que se prende à nossa vocação, as riquezas de sua herança em nós, assim como a infinita grandeza do poder do Senhor, que ressuscitou Jesus, elevando-O acima de tudo e pondo todas as coisas debaixo de Seus pés.

É essa a nossa herança e vocação: conhecer hoje esse poder na vida e no serviço para Ele. Num tempo em que "escureceu-se o Sol e o ar" (Ap 9:2), nosso espírito está em Cristo, acima de toda essa escuridão. Vivemos acima das mentiras e dos erros que enchem a atmosfera que respiramos.

Apesar dos impactos entre as nações, nosso espírito permanece unido ao Senhor Jesus glorificado e vê tudo do alto. Enquanto nossos pés continuam a seguir as pisadas dele na Terra, nosso espírito, sendo um com Ele, enfrenta situações que variam constantemente.

Em vez de permanecer caídos, ficamos em pé, firmes nessa graça, como declaram Romanos 5:2 e Efésios 6:10-11.

No meio do acúmulo do trabalho diário e das preocupações crescentes, aquele que está unido ao Senhor é um só espírito com Ele. É assim que o coração se alivia, a alma se liberta, o corpo se distende. É essa a nossa vocação.


- Extraído de H. E. Alexander, Orvalho da Manhã. 



by iasd em foco

APOCALIPSE, o fim revelado.

A hora do juízo

APOCALIPSE, o fim revelado.

O juízo

APOCALIPSE, o fim revelado.

O santuário do céu

APOCALIPSE, o fim revelado.

Os mistérios da morte

Lição 08 - Preparação para evangelizar e testemunhar


Lição 07 - Evangelismo corporativo e testemunho


terça-feira, 8 de maio de 2012

“Há grande diferença entre negar coisas a si mesmo e negar-se a si mesmo”. Adrian Rogers.
“É mais fácil dar qualquer coisa que tenhamos do que dar-nos a nós mesmos”.  J. Blanchard. 

Este Dia Com Deus!



BARATO DEMAIS

Um pregador do Evangelho, certa vez, desceu a uma mina de carvão para, na hora da rejeição, falar ali mesmo aos mineiros, da graça e da verdade que foram conferidas por meio de Jesus Cristo.
Acabando de lhes manifestar o amor de Deus para com os pobres pecadores, o estado desesperador do homem e o eficaz remédio divino, fazendo brilhar ante seus olhos a salvação plena e gratuita oferecida da parte de Deus a todos os homens, trilou o apito, chamando os operários de novo ao serviço. O pregador, havendo cumprido a sua missão, dirigia-se para o elevador.
Sucedeu, porém, encontrar-se com o capataz e aproveitando a ocasião, perguntou-lhe o que pensava do plano da salvação cuja proclamação acabava de ouvir. O homem logo respondeu:
– Penso que é barato demais; não posso crer numa religião que tanto barateia a salvação.
– Isso – respondeu o pregador – tem alguma lógica. Diga-me, o senhor, como sai da mina?
– Ora essa! Entro no elevador, respondeu o capataz.
– O elevador leva muito tempo para chegar lá em cima?
– Não, apenas um instante.
– Bem, isso é muito simples e muito fácil. Diga-me, o senhor não precisa porventura fazer alguma força para ajudar o elevador a subir?
– Claro que não, interrompeu o capataz. É como já lhe disse: Para subir nada mais há a fazer senão entrar no elevador e dar o sinal.
– Muito bem!, disse o pregador. O que o senhor diz da companhia, que mandou cavar o poço, colocar-lhe o elevador e a competente máquina para o acionar? Gastou muito dinheiro? Lutou com muitas dificuldades? Teve muito trabalho?
– Perfeitamente, respondeu o capataz. Foi um serviço trabalhoso e caro, como não faz idéia; pois o poço tem bem seus 600 metros de profundidade. Mas, nem que custasse muito mais! É a única saída que temos.
– Muito bem!, disse o pregador. Agora, eu estou aqui declarando que todo aquele que crê no Filho de Deus recebe a vida eterna, e o senhor declara que a religião do Evangelho é barata demais. Entretanto, o senhor nada paga pela subida no elevador que custou rios de dinheiro a seus patrões! Agora, o que a companhia fez, cavando o poço, isso mesmo Deus fez para os pecadores, provendo uma saída das lúgubres profundezas da perdição e da morte eterna às alturas luzentes e gloriosas da salvação e do céu. Deus teve de fazer um sacrifício enorme com a abertura desse caminho – foi o sacrifício da vida de seu filho. Daí a razão de ser gratuita a salvação.
Todos precisam saber que o Senhor Jesus Cristo, na cruz do Calvário, por Si só fez perfeita expiação pelos pecados de todo o mundo, e que a única coisa a fazer agora, é cada qual aceitar essa salvação que Cristo a todos oferece de graça, e como resultado disso observar cuidadosamente os santos mandamentos da lei de Deus – Seleto.



19 tipos de câncer estão relacionados ao trabalho

Profissionais das áreas de beleza e farmácia estão mais propensos. Contato com agrotóxicos e com metais pesados aumenta o risco.
Pelo menos 19 tipos de câncer, entre os quais o de pulmão, pele, fígado, laringe, bexiga e leucemias podem estar relacionados ao emprego que se exerce, segundo um levantamento divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca).
Os principais grupos de agentes cancerígenos relacionados ao trabalho incluem os metais pesados, agrotóxicos, solventes orgânicos, formaldeído e poeiras (de amianto e sílica). A via de absorção (respiratória, oral ou pela pele), a duração e a frequência da exposição aos agentes nocivos influenciam no grau de toxidade, mas os dois últimos fatores não são fundamentais para o desencadeamento do câncer, segundo o levantamento.
Segundo a publicação “Diretrizes para a Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho”, os tumores nos órgãos citados podem ter relação ainda com produtos aparentemente inofensivos, como poeiras de madeira e de couro, além de medicamentos como antineoplásicos, indicados para destruir células cancerosas, mas que acabam lesando as células saudáveis.
“Não há níveis seguros de exposição a agentes cancerígenos. É fundamental que sejam adotadas ações para reduzir o adoecimento dos trabalhadores em razão do seu ambiente laboral”, explica a responsável pela Área de Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho e ao Ambiente do Inca, Ubirani Otero.
A epidemiologista diz ainda que “a prevenção do câncer relacionado ao trabalho somente será alcançada com a vigilância dos processos produtivos”. Entre as sugestões da publicação está o estabelecimento de prioridades para afastar o trabalhador desses agentes. [Fonte: www.g1.globo.com].
Nota: O equilíbrio e o cuidado preventivo devem ser incentivados sempre. No entanto há um câncer igualmente ou mais perigoso: O câncer do pecado. Ele destrói vidas e tira a esperança da eternidade. A única segurança é afastar-se dos agentes tentadores. “Fuja dos desejos malignos da juventude e siga a justiça, a fé, o amor e a paz, com aqueles que, de coração puro, invocam o Senhor.” II Timóteo 2:22. Pense nisto.